O garfo oneroso (Futebol ou voleibol?) (Poema AFE 622)

Ferroviária 0X0 Ponte Preta Cinco horas da tarde, triste idéia, Em dia de trabalho, é bem sabido Que há público na Fonte reduzido Por ver a AFE que ali se estréia. No campo vê-se a mesma panacéia: Passes errados, jogo pouco havido, O careca de novo decidido A dar...

A síntese do nada (Poema AFE 621)

Santos 1X0 Ferroviária Estreava a AFE, que estrear não vimos Em Santos, na famosa “Vila” ante Um “peixe” que já foi assaz gigante Como ela, em tempos já a que assistimos: Pífias de parte a parte a altos cimos, Os grenás a não dar um passo adiante, Errando passes mais...

Audácia a menos (de novo…) (Poema AFE 618)

Ferroviária 1(3) X Votuporanguense 1 (5) (Poema AFE 170) Dos grandes campeões o que se espera É atitude audaz e concentrada Para vencer a íngreme jornada Com passo firme que jamais se altera. Não foi o que se viu, de instância vera Hoje na Fonte em tarde engalanada...

Audácia a menos (Poema AFE 617)

Votuporanguense 1X1 Ferroviária Audácia a menos, bolas atrasadas A mais, passes errados outrossim, Também certo preciosismo, assim Foram da AFE as fainas aviadas Para a primeira mão das ansiadas Finais da copa, em disputa enfim Que acaba por beneficiá-la ao fim,...

Afinal, a final (Poema AFE 616)

Ferroviária 2X2 Red bull O Rde bull (das latinhas…) trazia na bagagem Dois golos na primeira mão sofridos E entrou com seus atletas decididos A desfazer a grande desvantagem; Lá conseguiu, aos pés de uma arbitragem Que un golo validou, sujos, bandidos, E um penalty...